eu sou feita de matéria de alma sublimada...
eu sou o que ninguém vê.
.poesia carregada nas asas.
Indizível. Assim começo a descrever como é passar pela data de um ano de morte do meu pequeno Enzo Gabriel. Cada dor é particular. Cada dor é única. Realizei uma celebração em homenagem ao Enzo na capela de Fátima. Aconteceu no dia 27 de agosto de 2006. Foi uma homenagem emocionada, onde pessoas que o amam muito estiveram presentes. Tivemos a orquestra de violinos da Carnaubeira tocando algumas músicas. O Khalil também tocou, no final, uma música em homenagem ao meu bebê. Para encerrar, passamos um DVD que produzi junto ao Khalil. A trilha sonora na voz da Adriana Calcanhoto, um poemeto meu, muitas fotos para matar a saudade... Mas nada mata... a saudade. Nem ninguém. O frio na cama, na hora de dormir, ainda existe. Ninguém que possa substituir.
Eu ainda estou aqui. Sobreviva. Viva, enfim.
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